14 outubro 2006

6-Modernidade – cenário do surgimento da Psicologia científica
Maria Madalena Silva de Assunção

É com base nas questões suscitadas [atualmente] pela falência da utopia moderna que poderemos revisitar a construção deste paradigma, melhor visualizando criticamente seus componentes básicos e seus desdobramentos tendo em vista a compreensão, entre outras questões não menos importantes, das articulações entre os intelectuais, o Estado, a ciência etc., na invenção de um Brasil moderno.
Não se trata de reconstruir a história da modernidade no Brasil, mas sim repensar o moderno a partir da explicitação de sua crise na contemporaneidade, examinando, entre outros aspectos, as formas de saber técnico-científico, especializado, que se constituíram na base desse paradigma moderno. Foram elas: a medicina, a educação, a psicologia, a engenharia (organizando o espaço) dentre outras.
Ao longo do período de 1870-1936, assistimos ao desenvolvimento de várias estratégias de construção de um novo ordenamento político-cultural nacional, de uma República capaz de romper com o esquema das oligarquias regionais, consagrando, assim, definitivamente, a emergência de uma sociedade urbano-industrial.
A abolição da escravatura em 1888 e a proclamação da República em 1889 haviam aberto o sinuoso caminho para a construção de uma nova sociedade capaz de absorver novas idéias, embora os sujeitos responsáveis pela introdução destas idéias nem sempre tenham tido o mesmo sucesso em termos da afirmação de sua hegemonia na disputa pelos espaços de poder. Saía-se do escravismo e ingressava-se no processo de construção de uma sociedade de tipo capitalista urbano-industrial. Entre 1889 e 1930 vive-se o que ficou conhecido como a República Velha, marcada pela presença das oligarquias regionais e pela fraqueza de um poder central. É a crise desta estrutura política, econômica, social e cultural que marcará a vida brasileira durante a década de 20, culminando na Revolução de 30. A partir de então, começava-se a implementar não apenas uma nova ordem republicana, mas, sobretudo, um novo modelo de Brasil, o modelo de um Brasil moderno.
Na virada do século XIX para o XX a palavra de ordem é ‘civilizar’, isto é, ficar em pé de igualdade com a Europa no que se refere a cotidiano, instituições, economia, idéias liberais etc., nos anos 30 a questão fundamental é realizar uma espécie de ajuste de contas entre o conjunto das idéias modernas e a realidade institucional do país; ou seja, adequar esta modernidade a um quadro institucional possível.
O que vem a ser moderno?
Especialmente a partir das últimas décadas do século XIX, idéias como novo, progresso, ruptura, revolução e outras nesta direção passam a fazer parte não apenas do cotidiano dos agentes sociais, mas, principalmente, a caracterizar o imaginário, o discurso intelectual e os projetos de intervenção junto à sociedade. É exatamente associadas a estas idéias que as noções de ‘moderno’ ou de ‘modernidade’ vão se afirmando neste momento de aceleração da industrialização e de consolidação do capitalismo.
...moderno, modernidade, modernismo ou mesmo modernização são categorias, que vão ocupando amplo espaço no campo intelectual, constituindo-se em palavras de ordem significativas no começo do século XX, chegando a ganhar um uso quase obrigatório no ambiente intelectual de então. (Micael M. Herschmann, Carlos Alberto Messeder Pereira, 1994, p.15).
O Estado republicano estava preocupado em impor uma racionalidade que correspondesse às transformações sociais, econômicas e políticas ocorridas na Europa no último quartel do século XIX. A chamada Segunda Revolução Industrial havia imposto uma dinâmica sem precedentes à economia européia e americana, com reflexos por todo o globo terrestre. No caso do Brasil, essas mudanças no cenário internacional foram de grande importância, pois favoreceram a aplicação de capitais estrangeiros no país, como o Funding Loan, em 1898, que restaurou a situação financeira do país e viabilizou a remodelação da capital federal (reforma empreendida pelo prefeito Pereira Passos na primeira década deste século.)
Entretanto, não foram apenas as remessas de dinheiro que entraram no país. O Brasil do século XIX viu surgir, em seu interior, um conjunto de valores e modelos que a elite dirigente desejava incorporar como referência para a sociedade. Eram inspirados no modelo puritano, ascético e europeu e ganharam corpo nas reformas sanitárias, pedagógicas e arquitetônicas deste século. Esses valores foram aglutinados em formulações filosóficas e científicas que procuravam ter junto à sociedade um efeito moral, normatizador. A palavra de ordem é sintonizar-se com a Europa, ou melhor, ‘civilizar-se’ o mais rápido possível, de modo que o país pudesse, o quanto antes, competir no mercado internacional.
Vale salientar que a sociedade brasileira, mesmo a dos centros urbanos, não se modificou ou aceitou as mudanças pacificamente e muito menos rapidamente. Esse Estado que se propôs orquestrar esses indivíduos, articulando-se a um saber técnico-científico, tinha diante de si uma sociedade eminentemente patriarcal e que ainda se comportava como tal. Era preciso, segundo os especialistas/cientistas, vencer o ‘atraso colonial’.
Se o final do séc. XIX e início do séc. XX foi marcado por um forte desejo de identificação com a ‘civilizada’ Europa, os anos 20-30 vão se caracterizar, no Brasil, como um momento especial no sentido da configuração de uma ‘consciência’ ou da busca de uma ‘identidade nacional’ calcada sobre a afirmação da ‘força nativa’- sem que isso impedisse, é bom que seja dito, a importação às vezes bastante literal do pensamento das vanguardas européias da época.
Passados os anos 20, período de predominância das vanguardas e de um forte radicalismo (modernismo, anarquismo, fundação do Partido Comunista, luta pelo voto feminino, tenentismo etc.), chega-se, na década de 1930, a um momento de delineamento mais claro, ou melhor, inicia-se um processo mais acentuado de institucionalização do ideário moderno. Com a Revolução de 30 – e com todas as mudanças institucionais daí decorrentes – chega a hora da construção de um arcabouço institucional para estas idéias modernas. É um pouco a adequação do projeto à realidade institucional do país ou a sua capacidade de absorver mudanças socioculturais.
Iniciada sob a égide de uma revolução que abria novas perspectivas para o país – nossa versão local da ‘revolução burguesa’-, a década de 30 vai se encerrar debaixo do autoritarismo do Estado Novo (proclamado em 1937), configurando definitivamente um projeto de modernização autoritária. É nesse contexto que vão se dar, paralelamente à institucionalização das idéias modernas geradas nos anos 20, significativas alianças entre os intelectuais e o Estado.
A Revolução de 30 havia reforçado a possibilidade institucional para que as idéias modernas ocupassem os vários ‘lugares’ socialmente disponíveis e o fazia na medida em que se afirmava uma onda de crescente autoritarismo. Política e economicamente o país punha-se em compasso com o mundo moderno. Afirmava-se o Estado nacional, desenvolvia-se a indústria e aparecia com mais clareza um estilo de vida urbano. Por que não se esperar o mesmo no plano das idéias? Aí também certamente, mudanças importantes deveriam estar ocorrendo. Enfim, eram novas regras de comportamento em jogo, novos valores, um novo ethos – moderno – que começava a se esboçar e encontrar um lugar institucional.
...A decretação do Estado Novo colocava a nu alguns aspectos fundamentais do modo como, no Brasil, se daria o processo de modernização. Autoritarismo, exclusão de amplos segmentos sociais, prevalência do Estado sobre a sociedade civil, fragilidade da noção de cidadania, tudo isto aliado a um tom fortemente ufanista que ‘consolidava’ uma aliança (nem sempre igualmente vantajosa para todas as partes) entre o Estado, o ‘povo’ e diferentes segmentos intelectuais. Evidenciava-se uma sociedade ‘moderna’ e a prevalência de um Estado especialmente forte e inibidor dos espaços seja da sociedade civil, seja da cidadania. Ao longo dos anos que se seguem, os desdobramentos desta modernidade ‘à brasileira’ vão estar sempre marcados por uma oscilação, às vezes bastante dramática, entre o recrudescimento de um discurso autoritário (viabilizado por meio de práticas bastante concretas) e tentativas de redemocratização. Assim, é no contexto deste intricado debate, e contando com a colaboração de personagens envolvidos, que vai ser construída, no Brasil, uma noção de ‘nacionalidade moderna’. (Micael M. Herschmann, Carlos Alberto Messeder Pereira, 1994,p.37).
No decorrer da década de 1920, o discurso cívico da ABE (Associação Brasileira de Educação) caracterizava a crise nacional pelo ceticismo, individualismo e apatia das elites políticas, cegas às necessidade de regenerar as populações brasileiras, moldando-as como povo saudável e produtivo. Suas práticas discursivas, neste momento, aproximam-se daquelas que constituíram as associações de médicos, engenheiros e higienistas. Tais práticas foram construídas por meio de festas, jantares solenes com patrióticos discursos, torneios de oratória e cursos inéditos no país, como psicologia infantil e educação sexual. "A educação sexual mereceu até folhetos explicativos com procedimentos recomendados pelo professor Fernando Magalhães, católico, reitor da Universidade do Rio de Janeiro e presidente da ABE em exercício na década de 20." (Micael M. Herschmann, Carlos Alberto Messeder Pereira, 1994, p.39).
A modernidade significou a emergência de instituições, de valores, de concepções, de atitudes, de modos específicos de vivência do tempo, de apropriações do espaço, de produção e reprodução material, de organização da vida política, de vivências subjetivas, que redefiniram, de fato, o projeto civilizatório ocidental.
A modernidade implicou e significou também outras revoluções: a revolução nas mentalidades, a revolução nos conceitos e usos do espaço, do tempo, dos corpos, do trabalho; a revolução nas formas de conceber o Estado e a religião; a revolução dos transportes, dos meios técnicos, dos usos e conceitos da natureza; revolução nas formas de viver e morrer, de adoecer e curar de lidar com a loucura e com as transformações; revolução burguesa, a invenção de novos modos de produção e reprodução material.
São tão amplas as implicações da modernidade, que uma primeira aproximação talvez possa enquadrar o princípio da modernidade como construído por quatro grandes eixos estruturantes de significados e conseqüências: um primeiro eixo seria o representado pela imposição de uma forma específica de organização do poder, o 'Estado moderno'. Outro eixo é o relativo ao 'mercado'. O terceiro eixo a ser considerado, fundante da modernidade se baseia na centralidade da 'razão instrumental'. O quarto eixo da modernidade diz respeito às mentalidades, aos costumes e pode ser sintetizado na idéia da constituição da individualidade, na afirmação da separação entre a esfera pública e a esfera privada, na consolidação da subjetividade como critério de ação e de aferição ética. A modernidade significa, neste sentido, a instituição de um critério geral de sociabilidade, cujo sentido é dado pela liberdade individual.
Os paradoxos característicos da modernidade foram vividos de forma mais intensa, no Brasil, durante os anos 20 e 30. Multiplicavam-se os conflitos entre o novo e o velho, o tradicional e o moderno, relacionados, respectivamente, com o atraso e com o progresso. A expansão da economia, a reestruturação do poder e as novas formas de pensar e enfrentar a realidade apontavam para a necessidade de formação de novos quadros, mais condizentes com as transformações sociais que ocorriam, em menor ou maior escala, nas regiões e nos estados.
O processo de modernização do país surge já convivendo com dois grandes problemas, que eram o da saúde e o da educação. O povo além de analfabeto era doente. Havia, portanto, uma inadequação entre os princípios de uma nova sociedade que surgia e a ausência de vigor físico e intelectual consoantes com os fundamentos da modernidade.
Após a primeira grande guerra (1914/1918), em meio a uma crise econômica as contradições sociais se tornam mais visíveis a partir do momento em que o processo de industrialização/urbanização se acelera. As reais condições educacionais se tornam mais drásticas, bem como o crescimento da demanda escolar. São os indícios da modernidade que levantam expectativas de participação, e a educação começa a ser pensada como propulsora de uma mobilidade social, de modo a romper com as discriminações impostas pela ordem econômica.
A educação torna-se particularmente importante no estudo do processo de modernização brasileiro, principalmente no período de 1920/1937; quando acreditava-se pudesse a educação ser um instrumento de equalização social. Mas, o Brasil, apesar de já deflagrado o processo de modernização, persistiam os padrões autoritários de dominação, característicos do patrimonialismo colonial que chegara à República; embora o ritmo da vida econômica e social brasileira, em seus aspectos qualitativos, já estivesse no nível do mundo moderno, despertando a consciência da defasagem da educação nacional em relação ao desenvolvimento econômico e aos modelos educacionais externos. Essa defasagem, não só de ordem quantitativa mas, também, qualitativa, constitui um desafio a ser enfrentado.
Nos centros urbanos que se industrializavam, de forma diferenciada nos vários estados, as pessoas procuravam a escola como um meio de obter o mínimo de condições para a consecução de empregos nas indústrias nascentes. Crescia a consciência de que, para ser cidadão – participar ativa e plenamente da vida na cidade – tornava-se imprescindível o domínio da expressão escrita, que se incorporava à vida urbana.
Ao tratar das questões educacionais, as revistas e jornais da época apontavam os Estados Unidos como referencial de modernidade para o Brasil, atribuindo à educação pragmática lá desenvolvida a origem do sucesso econômico e social daquele país; e, São Paulo, que por ele se pautara, como exemplo a ser imitado pelos demais estados. Nas reuniões do Senado Estadual o tema emergia também, sem que nenhuma menção a outras variáveis fosse feita, de modo a demonstrar a consciência de que a origem do desempenho americano e paulista não se esgotava na proposta educacional ali vivenciada.
O paradigma moderno, mesmo que não entendido de uma maneira fixa, rígida acabou por orientar as reflexões de uma época, ou de uma geração ainda que nunca apreensíveis empiricamente em sua totalidade – não apenas orientou nossa maneira de ver e pensar o mundo, com enorme legitimidade, até, pelo menos, meados dos anos 60, como também nos forneceu retratos de Brasil com que temos lidado até hoje. O retrato de Brasil desenhado ao longo dos anos 20/30 parece demonstrar hoje um enorme esgotamento e sua superação teórica e política aparece como uma necessidade intelectual.
A modernidade em Minas Gerais
Ao falar sobre a 'modernidade em Minas Gerais', nos séculos XVIII e XIX, está implícita a necessidade de atestar-se a legitimidade da própria questão. Isto é, "faz sentido falar-se em 'modernidade' naquela região, naquele momento, ou não será tudo isto apenas a presença da insidiosa anacronia?" (João Antônio de Paula, 2000, p. 20)
Sob vários aspectos, Minas Gerais tem singularidade quanto à recepção-aclimatação de certas criações da modernidade. Vão se desenvolver em Minas Gerais vários sistemas - um sistema urbano, um sistema estatal, um sistema monetário-mercantil - que têm especificidades no quadro brasileiro. E é exatamente como 'diversidade' que se constituem as cidades mineiras: diversidade produtiva, diversidade social, diversidade cultural complexo que se pode ver na estrutura urbana mineira desde o século XVIII. Como lembra Guimarães Rosa – "pois Minas Gerais é muitas. São, pelo menos, várias Minas".
Em Minas Gerias os limites, os embaraços no projeto de modernidade não resultou em desenvolvimento econômico, político e social includente, ao contrário, reiterou o processo economicamente débil, politicamente não-democrático e socialmente marginalizador, oposto ao que ocorreu em outras sociedades onde a modernidade, plenamente inventada e experimentada, significou desenvolvimento material e abertura de perspectivas emancipatórias no campo político, social e cultural.
Belo Horizonte, em mais de um aspecto é a síntese da própria trajetória da modernidade mineira. A cidade nascida do avanço cientifico e tecnológico, das novas técnicas construtivas, das invasões urbanísticas de Haussman, da ruptura política com a velha ordem colonial-imperial. Cidade contemporânea das grandes transformações do auge do modernismo europeu, as vanguardas artísticas, o cinema, a emergência das sociedades de massa, da velocidade e da explosão urbana. Cidade sintonizada com os novos termos da urbanização modernista amplas avenidas, amplos espaços públicos, parques e jardins, espaços distribuídos funcionalmente . E, no entanto, por detrás desta fachada moderna, como um cenário de Potenkin, a mesma continuidade da exclusão, os pobres interditados, a terra urbana privatizada e concentrada, a velha sonegação de direitos sociais que acompanha, como uma sombra, luz, por vezes intensa, da modernidade mineira. Retrato fiel e expressivo dos dilemas históricos do país. (João Antônio de Paula, 2000, p. 56-57).
De qualquer modo, são inúmeros e sistemáticos e não puros acidentes, os exemplos de rapidez e fluência com que os repertórios culturais europeus foram assimilados e transformados nas Minas. E mais impressionantes ainda é como esses códigos da cultura erudita européia não eram apenas 'copiados', mas resultavam em efetivas apropriações em que a criatividade, a ampliação de significados, superpunham-se e transcendiam a motivação da matriz européia.
O projeto da Psicologia
Na cultura brasileira do século XIX, assiste-se a uma significativa mudança quanto à definição do objeto da psicologia. Em um primeiro momento, este é encarado, segundo a perspectiva das doutrinas filosóficas tradicionais, como a alma humana. A filosofia escolástica entende por ‘alma’ uma substância ou princípio da vida comum a todos os seres vivos. Em particular, fala em alma racional para caracterizar a essência do homem, princípio intelectivo e forma substancial distinta do corpo, imaterial e imortal. Já no final do século XIX e início do século XX o objeto da Psicologia se desloca para o estudo da criança, em busca de um conhecimento que possibilitasse a educação e a formação de um sujeito saudável, civilizado, produtivo, "normal", de modo a atender à nação e ao projeto de modernidade que se instaura. Para tal, torna-se necessário um conhecimento pautado no modelo científico estabelecido à época.
É importante sublinhar que a psicologia importada pelo Brasil, no início do século, veio contaminada pelo poder médico e psicológico que supunha (ou impunha) a exclusão. Deu vestimenta científica à conhecida repulsa que as elites urbanas brasileiras experimentavam em relação a largas parcelas da população que, vivendo nos sertões, tinham permanecido no Império relativamente invisíveis do litoral povoado e, desde a Abolição e com o advento da República, adquiriram uma assombrosa visibilidade.
Parece haver na história da psicologia no Brasil um autodidatismo dos pioneiros. A responsabilidade dos primeiros passos da Psicologia no Brasil é atribuída prioritariamente aos médicos, por um lado, e aos educadores, por outro; não desconsiderando, porém, as demais contribuições de engenheiros e administradores e de líderes e sacerdotes católicos.
BIBLIOGRAFIA
HERSCHMANN, Micael M.; PEREIRA, Carlos Alberto Messeder. O imaginário moderno no Brasil. In: ______ (Orgs.). A invenção do Brasil moderno: medicina, educação e engenharia nos anos 20-30. Rio de Janeiro[s.n.], 1994. p. 9-42.
PAULA, João Antônio de. Raízes da Modernidade em Minas Gerais. Belo Horizonte- Autêntica, 2000, 156 p

0 Comentarios clique aqui:

Postar um comentário

Links to this post:

Criar um link

<< Home